sexta-feira, 8 de junho de 2018

Novidades: temos mais uma recuperação pela frente…


Depois de mais uns dias de trabalho intenso, tivemos outros (poucos) de descanso na bela Ilha de S. Miguel. Já tinha lá estado há uns anos e nessa altura nem tinha ficado muito entusiasmada com o que vi, mas desta vez adorei, adorámos.






Fomos só 5 dias, ficámos no Nordeste onde o verde dos campos se confunde com o mar, mas valeu muito a pena. Não só pela Ilha, mas também com o local onde ficámos em S. Pedro de Nordestinho, nas casas da Tradicampo: muito bom! A casa bastante acolhedora, a satisfazer todas as necessidades da estadia, no estilo de que gostamos. Só foi pena não experimentar a piscina, mas a meteorologia não permitiu…. Vimos tudo o que nos tínhamos proposto ver, comemos muitíssimo bem e ficámos apaixonados pela Ilha. Iremos voltar logo que possível para ver as hortenses em flor porque nesta altura (Abril) eram raras as que estavam abertas…



De volta ao trabalho, agora com mais preocupações por termos um negocio nosso, surgiu a vontade de ter um espacinho nosso na terra do Carlos, em Estremoz. Percebi, pelas pesquisas que fiz, que existiam casas relativamente baratas mesmo dentro da cidade, mas queria um espaço que tivesse uma área exterior e a maioria não tinha. Voltei-me para fora da cidade e encontrei algumas coisas interessantes. Claro que a maioria implicava fazer trabalho de recuperação, o que para nós não traz qualquer dificuldade… Depois de alguma analise, marquei visita a 5 espaços, 2 dentro da cidade e os restantes fora, e num Domingo de sol lá fomos ver…
É curioso que quando comprámos a casa onde vivemos, a primeira visita que fizemos foi nela e ficámos de imediato apaixonados: as que vimos depois, não nos convenceram…. Foi o que aconteceu desta vez: a primeira casa que vimos foi a que nos mais agradou e que comprámos. Optámos por uma casinha na zona histórica da cidade, junto ao castelo, com um pequeno espaço exterior e um terraço com vista para o castelo e para a planície alentejana; uma casa de 77 m2, com um só quarto, casa de banho e cozinha (esta bastante actualizada) uma sala de entrada e uma outra com lareira e um longo corredor… E agora é tratar dela! 




Começámos por limpar os canteiros do quintal e esfregar as paredes interiores para retirar a tinta lascada, enquanto íamos pensando no que precisávamos recuperar…
A sala da lareira e o corredor tinham o chão coberto com um plástico horrível, de certeza a tapar um chão de cimento… Surpresa! O chão é maravilhoso, tem tijoleira antiga lindíssima, a penas estragada em alguns pontos com cimento que vamos tentar remediar…. Ficámos muito entusiasmados com a descoberta… A sala de entrada, o quarto a cozinha e a casa de banho tem pavimento recente, embora na sala e na casa de banho precise de ser substituído. Vai ter que aguardar…. Primeiro temos uma tarefa mais difícil: o quarto, que é interior tem espaço suficiente para ser dividido em dois, mas, para isso, há que abrir uma porta no corredor para o segundo quarto. O problema é que a parede tem 60 cm de espessura…. Vamos ver como corre…




No sábado de manhã, como não podia deixar de ser, fomos ao mercado. Aí fizemos as primeiras compras para a casa: uma placa com o numero da porta, uma armação de lavatório e uma panela… Ontem fomos aos Emaús e compramos um micro-ondas e uma taça igual aos pratos que vamos levar para lá…

Dia 13 de Junho começa a aventura!

terça-feira, 13 de março de 2018

E finalmente aconteceu…


Sim, finalmente consegui fazer uma das minhas viagens mais sonhadas: conhecer a Tailândia!


Esta foi a quarta vez que marquei viagem para ir à Tailândia: na primeira vez foi a instabilidade social que não permitiu a ida, na segunda razões profissionais impediram que fosse, na terceira vez uma semana após a compra dos voos tive o AVC e finalmente fui! Convém aqui dizer que fiquei um pouco supersticiosa com esta viagem e foram poucas as pessoas que souberam para onde e quando ia…
O voo foi comprado em Agosto de 2017, o plano já estava traçado, foi só fazer a marcação das estadias, dos voos internos e da viagem de comboio noturno que fizemos. Correu tudo conforme previsto, sem qualquer problema e… ADORÁMOS!
Fizemos uma breve paragem no Dubai, onde aproveitámos para subir à torre mais alta do mundo (Burj Khalifa), conhecer os Souks, fazer a travessia de Abra (barco típico), ver o espectáculo de luzes e musica na fonte luminosa no Dubai Mal e andar naquele metro fabuloso. Apesar da correria e de não termos conseguido ver metade do que queria, chegou para perceber que está visto, não é um destino que nos cative a atenção…
Após dois voos com a Emirates, depois de voar com a Emirates dificilmente gostaremos de ir em voos de longo curso com outra companhia, chegámos ao País dos Sorrisos…
Que país maravilhoso, uma cultura completamente diferente da nossa, religião hábitos e costumes completamente diferentes, mas um povo muito, muito simpático.
Um nível de vida bastante baixo que nos permite fazer grandes “flores” durante a estadia. Comemos muito bem, comprámos muitas coisas (e mais seriam se não estivéssemos limitados ao peso e espaço das malas), fizemos massagens, passeamos imenso e nunca me senti insegura. Fizemos uma viagem de comboio noturno em 1ª classe, em cabine fechada e com direito a chuveiro e outra viagem de comboio em terceira classe (???) que foi maravilhosa.
As praias são lindíssimas, a agua quente, quente que até chateia andar lá dentro (estivemos 45 minutos a fazer snorkeling sem nunca ter frio)
Atravessar as ruas é um tratado! Passadeiras? Não sabem o que é. Semáforos? Não conhecem… Ao fim de um ou dois dias já estamos a fazer como os nativos do país que é “embora lá que este está distraído” …
Também houve coisas de que não gostámos… A ida ao mercado flutuante perto de BKK foi um logro e visitar a famosa Maya bay foi uma desilusão muito grande, embora por informações que já levava, sabia que ia ser mau, só não sabia que era tão mau…
Nunca me trataram tantas vezes por “madame”…
Nunca comemos tanto marisco em tão curto espaço de tempo e tão barato…
Nunca comemos tanta fruta, boa maravilhosa e diversificada como lá…
Nunca tínhamos comida tanta comida de rua, que nunca nos fez mal…
Quero voltar já para lá!

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Mais uns projectos concluídos (alguns quase…)

A vida corre veloz e quando nos damos conta já decorreram 4 meses desde que escrevi no blog… A vida é uma roda viva!
Com isto tudo, já passou o Natal e começou um Novo Ano, a minha Piratinha já está com 4 anos, o meu Pai com 84(Bisavô e Bisneta fazem anos no mesmo dia...) e o nosso tempo livre cada vez é menor: agora tomámos conta do negócio onde o Carlos trabalha e de um dia para o outro tivemos que aprender a gerir uma pequena empresa…




Ainda assim, lá se vão concretizando algumas pequenas coisas…
No quintal, finalmente colocámos telhado de chapa metálica na casinha de madeira grande, evitando assim as infiltrações de inverno e aproveitando a agua de uma das laterais para guardar para a rega. Depois destes meses de alguma chuva, a diferença é grande, o interior está agradavelmente seco e protegido.


Outra coisa que estava pensada desde que os quartos foram arranjados e ainda não tínhamos concretizado, era fazer as portas do roupeiro de parede. Já havíamos pensado em soluções, mas só agora está (quase…) feito: como as medidas do “buraco” não eram standard teríamos sempre que optar por fazer algo à medida. Mas a reciclagem é uma coisa que nos está no sangue…
Assim, há uns tempos o meu Pai tinha arranjado umas portas de armário com vidros biselados   e umas outras com embutidos, em madeira maciça de mogno. Depois de várias conjeturas e projectos, lá conseguimos chegar a um consenso e o resultado foi este. Só faltam os puxadores e decidir se mantenho a cor original ou pinto de branco…






E ainda temos mais mobília para reciclar, é só ter tempo e espaço para a colocar…





quarta-feira, 2 de agosto de 2017

O tempo da fruta

Este ano não nos podemos queixar de falta de fruta… Como escrevi no post anterior, apesar de distribuirmos por todo o lado, não estamos a conseguir dar conta de tantas ameixas… Acabam por se estragar, por cair de maduras. As pereiras estão cheias, com as peras, aparentemente, sem bicho. As maçãs, apesar do desbaste que fizemos, são às pazadas: de duas macieiras pequenas, temos maçãs, para dar e vender. Para já, só as peras mel estão em condições de comer e são pouquinhas, pois a pera rocha ainda não está madura; para já, das maçãs só estou a aproveitar as que vão caindo e queremos fazer sidra…. Vamos lá ver como corre!







Continuamos com os trabalhos no quintal, porque há que aproveitar o bom tempo. Numa das casinhas de madeira, a mais pequena, há dois invernos a proteção do telhado desapareceu numa noite de vento. Provisoriamente colocámos um plástico que, na semana passada, também ficou feito em frangalhos devido ao vento. Este fim de semana lá nos propusemos a cobrir o telhado definitivamente, esperamos nós, aproveitando com onduline que tinha sobrado das obras da casa e outro que tivemos que comprar. Azar, é de cor diferente… Assim, temos meia agua toda pi-pi, em preto, e a outra toda cheia de remendos em vermelho. Um bocado abarracado, mas é o que se pode arranjar.




Ir ao Leroy Merlin é sempre “mau”, de cada vez que lá vamos, eu “invento” qualquer coisa para gastar dinheiro… Desta vez, foi num sistema eléctrico de produção independente… Já há algum tempo que andava com esta ideia para poder iluminar o quintal e deixar de gastar dinheiro em candeeiros solares que só gastam pilhas e não rendem nada. E pronto, já está tudo montadinho: um painel Solar pequeno e as maquinetas associadas para poder ligar lâmpadas em 230v. Já deu luz, agora é só passar para a rua…



E já fizemos a nossa vindima… Os três cachos que as duas videiras deram, estavam maduros e já os apanhámos e comemos… Uva branca de mesa muito doce e sem qualquer tratamento. Para o ano há mais…

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Noticias da Casa da Ermida…

E um mês passa tão depressa: já faz mais de um mês que escrevi no blog a falar da Primavera no quintal… Entretanto já estivemos de férias (sem viagens porque não nos apetece confusão…) e já voltámos ao trabalho…


Este ano ficámos por casa, demos pequenos passeios, tratámos do quintal e, mais importante que tudo, a Leonor, pela primeira vez em 3 anos de vida, passou 4 dias em nossa casa. Apesar de algumas pequenas “birras” e chantagens, correu muito bem… Houve piscina, passeios, praia e rio (à procura de patos selvagens), estreia do baloiço no quintal e apanha de ameixas. Adorámos, queremos mais…




Fomos a Estremoz e, como habitualmente, tive que gastar dinheiro na feira de velharias. Desta vez trouxemos um escadote de madeira, um espelho em ferro forjado, uma grade em ferro e uma armação para lavatório… Um dia destes ainda tenho que começar a vender tralha! O sábado terminou com um belo jantar em Évora, em muito boa companhia: Guida, Mansinho (o jantar estava excelente!), Lena e Amaro (obrigada também pelas sardinhas almoço, divinas). Foi um fim de semana bem passado, dormindo num turismo rural em Evoramonte







Quanto ao quintal, as ameixoeiras estão já no final da frutificação (tenho distribuído ameixas por todo o lado), as peras e as maçãs estão com muito bom aspecto, aparentemente sem bicharedo: obrigada Pai pela dica da mistela para apanhar as moscas! Este ano até temos uvas pela primeira vez: 3 cachos (ui, que fartura)…


























Pois finalmente escolhemos o local onde instalar um baloiço… Depois de muito pensar, decidimos colocá-lo no quintal, protegido pela sombra da nespereira e de uma ameixoeira. O Carlos definiu como fazer, comprámos a madeira e relva artificial e já lá mora! A Leonor adorou, e a Bonie e o Clide adoraram a relva artificial… Para além disto, fizemos um deck em madeira para criar espaço de descanso e encurtar a zona de erva. Quanto menos terra descoberta, menos erva para cortar!

 Continuo a criar espaços para flores e inspirada pelas imagens do Pinterest (sou fã absoluta!!!) acabei por comprar uma bicicleta antiga para colocar mais uns vasos, Não é bem uma pasteleira, ainda falta pintar, mas acho que vai ficar gira… 








Desta vez não foi preciso ir a Estremoz, bem perto de casa, através de um anuncio na Net encontrei o que queria…